Integral / Semi-Integral

Imagine um espaço, com ambientes lúdicos e diversificados para seu filho ficar no contra turno totalmente diferente da escola mas com toda a segurança e profissionalismo que o Santa Marina oferece.
Aqui os alunos do integral se sentem tão à vontade e acolhidos quanto em sua própria casa e melhor ainda, contam com todos esses ambientes exclusivos para eles!
Os pais podem escolher a frequência semanal de 5 ou 3 vezes por semana, integral e semi-integral.

Os alunos  são acompanhados por professoras e estagiárias, de segunda a sexta-feira, conforme calendário de aulas da Escola, sendo o curso regular no período da manhã ou tarde, e no período oposto os alunos realizam as atividades na sede da Escola e em seu Espaço exclusivo.

5 ou 3 dias por semana

Integral - 6hs

das 7h às 13h ou das 12h às 18h

Semi-Integral - 4hs

das 9h às 13h ou das 12h às 16h

Cristiane

Coodernadora :
Cristiane Lauerti Patini

Formação Acadêmica: Graduada em Pedagogia com especialização em Administração Escolar e Pós-graduada em Psicopedagogia pela Universidade São Judas Tadeu. Habilitada em Filosofia para o Pensar pelo Centro Brasileiro de Filosofia e Pós-graduada em Gestão Educacional. 
Trajetória na Instituição: Docente na Educação Infantil e Ensino Fundamental de 1988 a 2008. Orientadora Educacional de Educação Infantil e 1º ao 5º ano de 2009 a 2012. Orientadora Educacional do Ensino Fundamental – 1º ao 5º ano, de 2013 a 2020. Coordenadora Pedagógica do Ensino Fundamental – 2º ao 5º ano desde 2021.

Diretora:
Elaine Cristina Lopes Gregório

Formação Acadêmica: Graduada em Pedagogia com especialização em Administração Escolar e Orientação Educacional; Pós-graduada pela Faculdade de Medicina do ABC; Pós-graduada em Gestão Educacional, Coordenação e Supervisão Escolar. Autora do livro Pedagogia Hospitalar: Novos Rumos.

Trajetória na Instituição: Docente na Educação Infantil e Ensino Fundamental de 1993 a 2004. Coordenadora Pedagógica de Educação Infantil e 2° ao 5° ano, de 2005 a 2012. Coordenadora Pedagógica do Ensino Fundamental – 1º ao 5º ano, 2013 a 2020. Diretora Pedagógica desde 2021.

Elaine (1)

Almoço monitorado

Playground

Estudos para as provas

Circo

Laboratório Maker

Lição de casa

Jogos cooperativos com bola
Hora do descanso
Jogos de tabuleiro
Horta e culinária
Cinema com pipoca
Oficinas artísticas

Cidadania Digital

Natação, Esportes e Atletismo
Relaxamento e meditação

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CONHEÇA A VIDA DE SANTA MARINA

Há muitos anos, supõe-se, na segunda metade do século sétimo d.C., na antiga cidade de Bitínia, no oeste da Turquia, próxima à cidade de Constantinopla, hoje denominada Istambul, nasceu Marina, filha de bons pais, dos quais só é conhecido o nome do pai, Eugênio. Ficando órfã de mãe e sendo filha única, foi educada na vida cristã somente pelo pai. Quando era adolescente, um dia, seu pai contou-lhe a intenção de tornar-se monge e para salvar a alma dele, abdicaria de todos os seus bens. Não foi fácil convencer a filha de seu novo projeto de vida, mesmo porque, Eugênio recorria, frequentemente, às citações bíblicas para defender seu próprio ponto de vista. Apesar das lamentações e do pranto de sua filha, ele estava irredutível na sua decisão de entrar para o mosteiro, onde ela não poderia mais viver com ele.
Assim sendo, Marina propôs ao pai que ela também entrasse para a vida religiosa no mosteiro, mas vestida de homem. Eugênio, feliz com a resolução de Marina, vendeu todos os seus bens e os distribuiu aos pobres. Depois de cortar-lhe os cabelos, disfarçando-a como um jovem rapaz, chamou-a, obviamente, de “Marino”, porque, na vida monástica, não era permitida a entrada de mulheres. Marina, depois dos últimos avisos de seu pai, prometeu conservar-se sempre pura para Cristo e nunca ser reconhecida como uma mulher.

A vida monástica
Eugênio e Marina, com esse segredo, ingressaram para a vida monástica. E, assim, o jovem “Marino”, progredia dia a dia, em todos os sentidos, em virtude e empenho espiritual. Os demais monges do mosteiro pensavam que “Marino” fosse um rapaz, mas estranhavam sua voz delicada e a ausência de barba, então, atribuíam isso à exagerada atividade religiosa e à prática de alimentar-se somente a cada 2 dias. Pouco tempo depois, Eugênio morreu. Mas, a filha Marina continuou no empenho severo da virtude monástica. Naquele mosteiro viviam quarenta monges e, todos os meses, um grupo de quatro deles era convidado pelo abade do mosteiro para sair fora do local sagrado e angariar recursos, porque disso dependiam também outros eremitas solitários para sobreviverem naquela região. Na metade do caminho, havia uma pousada, onde os monges, cansados da viagem, tinham a oportunidade de restaurarem-se e de repousarem, assim continuando no dia seguinte a volta ao mosteiro.
Certa ocasião, quando “Marino” já estava com 17 anos, o abade chamou-o para prosseguir junto com eles, já que era perfeito em tudo e, em modo particular, na obediência; propôs-lhe, então, sair a serviço da comunidade monástica. “Marino” obedeceu no mesmo instante à ordem recebida. Saiu junto com outros três companheiros e, durante o trajeto, pararam um pouco na pousada, onde encontraram, casualmente, um soldado.
O acusado inocente
O dono da pousada tinha uma filha, cujo soldado desconhecido, que ali passava, seduziu-a e engravidou-a. Depois que o soldado soube do fato, e para livrar-se da responsabilidade, persuadiu a moça a revelar para seu pai que estava grávida daquele monge jovem e belo chamado “Marino”, que ali tinha estado. Depois de certo tempo, o dono da pousada, percebendo a ilegítima gestação da filha, quis saber a verdade. E ela contou-lhe que o responsável pela gravidez era o jovem monge “Marino”, quando estivera lá hospedado há tempos.
“Marino”, mesmo sendo inocente, não se defendeu da calúnia, suportando como provação divina todas as injúrias. O “jovem monge” foi expulso do mosteiro e viveu à porta do mesmo, deitado no chão, jejuando e implorando a misericórdia divina, recebendo algumas esmolas de mãos bondosas para alimentar, também, a criança.
Depois de três anos, o abade, tocado de compaixão, admitiu “Marino” novamente no mosteiro, impondo-lhe como continuação da penitência, os serviços mais pesados e humilhantes que haviam. Como as atividades eram muito pesadas, e “o jovem” estava muito desgastado com tudo o que havia sofrido, em pouco tempo veio a falecer, por volta do ano 740 depois de Cristo em 18 de Junho.
A revelação
Quando o abade e os monges preparavam o corpo para o enterro, descobriram que se tratava de uma mulher e, portanto, inocente de tamanha calúnia que lhe fora imposta. O corpo da Santa foi sepultado no mosteiro ao som de hinos e salmos invocando a Deus sua pureza e santidade. M
Muitos milagres ocorreram por intercessão de Santa Marina, e, no dia 12 julho de 1230, as suas relíquias foram transportadas para Veneza, Itália, onde são conservadas até hoje, na Igreja Santa Marina Formosa.
E, assim, Santa Marina, exemplo de humildade e fidelidade a Deus, é invocada pelos fiéis como poderosa intercessora diante de Jesus, nos casos de maiores provações, doenças ou calúnias.

Fonte: “Santa Marina di Bitinia”
Antonio Niera
Chiesa di Santa Maria Formosa
Veneza – Itália – 1998