Ensino Infantil

Possibilitar às crianças a vivência das mais diversificadas e fundamentais experiências que estimulem sua criatividade, autonomia, desenvolvimento cognitivo, linguístico, psicomotor e socioafetivo, para seu desenvolvimento de forma segura e harmoniosa.
Utilizando a interdisciplinaridade, as crianças têm a oportunidade de aprender e se desenvolver nos diversos campos de experiência, por meio de uma proposta interacionista e lúdica, em um ambiente alegre e desafiador.
Abranger os pontos básicos para o desenvolvimento global da criança, através de experiências que vivenciem o movimento, a música, as artes, a matemática, as ciências naturais e sociais, a linguagem oral e escrita, buscando a interação entre as várias áreas do conhecimento humano e o meio ambiente físico e social.
A Escola dispõe de espaço específico voltado às atividades com Educação Infantil, proporcionando ao aluno os recursos e o conforto necessários ao aprendizado.

Período

Manhã

das 7h25 ás 12h 

Tarde

das 13h ás 17h45

Adriana Reis

Coordenadora Pedagógica:
Adriana Reis Dalava

Formação Acadêmica: Graduada em Pedagogia pela Universidade São Judas Tadeu. Pós-graduada em Educação Infantil pela Faculdade São Luís.
Bacharelado e Licenciatura em Educação Física pela Universidade São Judas Tadeu. Habilitação em Filosofia para o Pensar pelo Centro Brasileiro de Filosofia.


Trajetória na Instituição: Docente na Educação Infantil de 2001 a 2011.
Orientadora Educacional e Coordenadora Pedagógica da Educação Infantil desde 2012.

Orientadora:
Adriana Zoppetti

Formação Acadêmica: Graduada em Pedagogia pela Universidade Cidade de São Paulo com habilitação em Administração Escolar; Habilitada em Filosofia para o Pensar pelo Centro Brasileiro de Filosofia; Pós graduada em Distúrbios de Aprendizagem pela Faculdade de Medicina do ABC; Pós graduada em Neuropedagogia; Psicopedagoga com Aperfeiçoamento em Neuropsicopedagogia.

Trajetória na instituição: Docente de Educação Infantil e Ensino Fundamental I de 1995 até 2014; Orientadora Educacional do Ensino Fundamental II -6º. Ano ao 9º. Ano desde 2015.

Adriana Zoppetti
Elaine (1)

Diretora:
Elaine Cristina Lopes Gregório

Formação Acadêmica: Graduada em Pedagogia com especialização em Administração Escolar e Orientação Educacional; Pós-graduada pela Faculdade de Medicina do ABC; Pós-graduanda em Gestão Educacional, Coordenação e Supervisão Escolar. Autora do livro Pedagogia Hospitalar: Novos Rumos.

Trajetória na Instituição: Docente na Educação Infantil e Ensino Fundamental de 1993 a 2004. Coordenadora Pedagógica de Educação Infantil e 2° ao 5° ano, de 2005 a 2012. Coordenadora Pedagógica do Ensino Fundamental – 1º ao 5º ano, desde 2013.

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Inglês – Maternal e Jardim 1: duas vezes por semana / Jardim 2 e 1° ano: três vezes por semana

Projeto Robótica/Lego – a partir do Maternal: desenvolve o raciocínio lógico e a iniciação tecnológica.

Natação – Água da piscina aquecida, tratada com ozônio.

Estagiárias que acompanham os alunos e auxiliam os professores.

L.I.V. “+” – Laboratório Inteligência de Vida – a partir do Maternal: desenvolve habilidades socioemocionais, por meio do trabalho com as emoções básicas: medo, alegria, tristeza, raiva e amor, por meio de autoconhecimento, relacionamento, autorregularão e empatia.

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Educadora Cultural – busca a aprendizagem do conteúdo de forma lúdica, através de histórias teatrais, expressão corporal, arte, contação de histórias.

Aulas de Música

Agenda Eletrônica

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Salas de Aula Multimídia

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Reuniões semanais
de coordenação pedagógica com os professores.
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Reuniões de pais trimestrais,
ou quando necessário
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Amplo Playground,
Brinquedão e Minicidade.

Horta

Cidadania Digital

Educação Financeira

Inteligência de Vida

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CONHEÇA A VIDA DE SANTA MARINA

Há muitos anos, supõe-se, na segunda metade do século sétimo d.C., na antiga cidade de Bitínia, no oeste da Turquia, próxima à cidade de Constantinopla, hoje denominada Istambul, nasceu Marina, filha de bons pais, dos quais só é conhecido o nome do pai, Eugênio. Ficando órfã de mãe e sendo filha única, foi educada na vida cristã somente pelo pai. Quando era adolescente, um dia, seu pai contou-lhe a intenção de tornar-se monge e para salvar a alma dele, abdicaria de todos os seus bens. Não foi fácil convencer a filha de seu novo projeto de vida, mesmo porque, Eugênio recorria, frequentemente, às citações bíblicas para defender seu próprio ponto de vista. Apesar das lamentações e do pranto de sua filha, ele estava irredutível na sua decisão de entrar para o mosteiro, onde ela não poderia mais viver com ele.
Assim sendo, Marina propôs ao pai que ela também entrasse para a vida religiosa no mosteiro, mas vestida de homem. Eugênio, feliz com a resolução de Marina, vendeu todos os seus bens e os distribuiu aos pobres. Depois de cortar-lhe os cabelos, disfarçando-a como um jovem rapaz, chamou-a, obviamente, de “Marino”, porque, na vida monástica, não era permitida a entrada de mulheres. Marina, depois dos últimos avisos de seu pai, prometeu conservar-se sempre pura para Cristo e nunca ser reconhecida como uma mulher.

A vida monástica
Eugênio e Marina, com esse segredo, ingressaram para a vida monástica. E, assim, o jovem “Marino”, progredia dia a dia, em todos os sentidos, em virtude e empenho espiritual. Os demais monges do mosteiro pensavam que “Marino” fosse um rapaz, mas estranhavam sua voz delicada e a ausência de barba, então, atribuíam isso à exagerada atividade religiosa e à prática de alimentar-se somente a cada 2 dias. Pouco tempo depois, Eugênio morreu. Mas, a filha Marina continuou no empenho severo da virtude monástica. Naquele mosteiro viviam quarenta monges e, todos os meses, um grupo de quatro deles era convidado pelo abade do mosteiro para sair fora do local sagrado e angariar recursos, porque disso dependiam também outros eremitas solitários para sobreviverem naquela região. Na metade do caminho, havia uma pousada, onde os monges, cansados da viagem, tinham a oportunidade de restaurarem-se e de repousarem, assim continuando no dia seguinte a volta ao mosteiro.
Certa ocasião, quando “Marino” já estava com 17 anos, o abade chamou-o para prosseguir junto com eles, já que era perfeito em tudo e, em modo particular, na obediência; propôs-lhe, então, sair a serviço da comunidade monástica. “Marino” obedeceu no mesmo instante à ordem recebida. Saiu junto com outros três companheiros e, durante o trajeto, pararam um pouco na pousada, onde encontraram, casualmente, um soldado.
O acusado inocente
O dono da pousada tinha uma filha, cujo soldado desconhecido, que ali passava, seduziu-a e engravidou-a. Depois que o soldado soube do fato, e para livrar-se da responsabilidade, persuadiu a moça a revelar para seu pai que estava grávida daquele monge jovem e belo chamado “Marino”, que ali tinha estado. Depois de certo tempo, o dono da pousada, percebendo a ilegítima gestação da filha, quis saber a verdade. E ela contou-lhe que o responsável pela gravidez era o jovem monge “Marino”, quando estivera lá hospedado há tempos.
“Marino”, mesmo sendo inocente, não se defendeu da calúnia, suportando como provação divina todas as injúrias. O “jovem monge” foi expulso do mosteiro e viveu à porta do mesmo, deitado no chão, jejuando e implorando a misericórdia divina, recebendo algumas esmolas de mãos bondosas para alimentar, também, a criança.
Depois de três anos, o abade, tocado de compaixão, admitiu “Marino” novamente no mosteiro, impondo-lhe como continuação da penitência, os serviços mais pesados e humilhantes que haviam. Como as atividades eram muito pesadas, e “o jovem” estava muito desgastado com tudo o que havia sofrido, em pouco tempo veio a falecer, por volta do ano 740 depois de Cristo em 18 de Junho.
A revelação
Quando o abade e os monges preparavam o corpo para o enterro, descobriram que se tratava de uma mulher e, portanto, inocente de tamanha calúnia que lhe fora imposta. O corpo da Santa foi sepultado no mosteiro ao som de hinos e salmos invocando a Deus sua pureza e santidade. M
Muitos milagres ocorreram por intercessão de Santa Marina, e, no dia 12 julho de 1230, as suas relíquias foram transportadas para Veneza, Itália, onde são conservadas até hoje, na Igreja Santa Marina Formosa.
E, assim, Santa Marina, exemplo de humildade e fidelidade a Deus, é invocada pelos fiéis como poderosa intercessora diante de Jesus, nos casos de maiores provações, doenças ou calúnias.

Fonte: “Santa Marina di Bitinia”
Antonio Niera
Chiesa di Santa Maria Formosa
Veneza – Itália – 1998